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Sexta-feira, 30 de Outubro 2026
Policial

Polícia Civil prende preventivamente pai investigado por abusar sexualmente de filha de 10 anos.

O suspeito aproveitava os momentos em que ficava sozinho com a filha para praticar os abusos de forma recorrente.

Vale do Jauru
Por Vale do Jauru
Polícia Civil prende preventivamente pai investigado por abusar sexualmente de filha de 10 anos.
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Um homem, suspeito de abusar sexualmente da própria filha de 10 anos de idade, teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (29.10), após investigações conduzidas pela Delegacia de Guarantã do Norte.

O suspeito, de 32 anos, teve a ordem de prisão decretada pela Justiça por estupro de vulnerável. O crime ocorreu em Guarantã do Norte e o suspeito foi preso após ser localizado na cidade de Peixoto de Azevedo.

As investigações iniciaram, no último domingo (25), após a equipe de policiais da Delegacia de Guarantã do Norte receberem a comunicação dos fatos. Segundo informações, o suspeito flagrando, deitado na cama da vítima, no momento em que praticava os abusos.

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Na ocasião, o suspeito chegou a ser detido, porém foi liberado em custódia, mediante imposição de cautelares de não ter contato com a vítima até o final das investigações. Porém logo após ser colocado em liberdade, passou a enviar mensagens para filha por meio de uma rede social.

No avanço das investigações, a menor foi ouvida e revelou que vinha sendo abusada pelo pai há algum tempo, de forma reiterada. O suspeito aproveitava os momentos em que ficava em casa sozinho com a menor para praticar os abusos.

Diante dos novos elementos colhidos na investigação, foi deferido pela Justiça, o mandado de prisão preventiva contra o investigado. Assim que tomou conhecido da ordem de prisão, os policiais civis de Guarantã do Norte realizaram diligências conseguindo prender o suspeito na cidade de Peixoto de Azevedo.

Após ter a prisão cumprida, o investigado foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

FONTE/CRÉDITOS: PJC-MT.

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