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Quinta-feira, 27 de Agosto 2026
Policial

Polícia caça mulher que orientou e filmou decapitação de jovem

Gediano Aparecido da Silva foi assassinado no dia 26; bandidos jogaram sua cabeça na rua

Vale do Jauru
Por Vale do Jauru
Polícia caça mulher que orientou e filmou decapitação de jovem
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A Polícia Civil identificou mais três envolvidos na morte de Gediano Aparecido da Silva, de 19 anos, que foi decapitado na semana passada em Lucas do Rio Verde. Entre eles está uma jovem de 22 anos, conhecida nas redes sociais como “Princesinha Macabra”, que filmou o crime.

Até o momento apenas um dos suspeitos de envolvimento foi preso.

Gediano, mais conhecido como Gegê, foi decapitado por membros de uma facção criminosa no dia 26 de janeiro.

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O crime chamou a atenção pela crueldade com que foi cometido. Gegê foi torturado e decapitado com golpes de facão. Sua cabeça foi jogada em um saco ao lado de um contêiner de lixo no centro da cidade e seu corpo desovado no Rio Piranhas.

Nas imagens do crime, que pelo teor do conteúdo não serão divulgadas, a voz de uma mulher surge orientando os comparsas.

Outro membro sugere matar Gegê a tiros, mas a mulher alerta para a possibilidade do disparo ser ouvido. “Não, não atira não, vai fazer barulho. Só na faca, vai!”, ordenou.

A mulher mostra os braços propositalmente no vídeo, cobertos por tatuagens. Em entrevista ao programa Olho Vivio, da TV Cidade Verde, o delegado Marcelo Henrique, responsável pelas investigações, afirmou que a suspeita já foi identificada e agora ela, assim como os demais envolvidos, estão na mira da Polícia.

“Nós identificamos pelo menos mais três pessoas. Agora estamos em fase de captura, temos que capturar esses outros elementos. Essa mulher foi identificada, ela está foragida”, disse.

 

Motivação

O que se sabe até o momento, segundo o delegado, é que Gegê comprou drogas com pessoas de fora da facção. Mas não é possível, por ora, apontar se ele era apenas um usuário ou estaria envolvido com o tráfico.

Nas imagens, é possível ver a “Princesinha Macabra” questionando a vítima: “Você tá cabritando aí é?!”. A gíria seria usada justamente para pessoas que compram entorpecentes fora da facção.

Inicialmente Gegê nega a acusação e depois dá um nome que passa a ser discutido por seus executores. “O nome dele tá no B.O aí também”, diz um deles.

A Polícia segue investigando o crime.

FONTE/CRÉDITOS: MÍDIA NEWS

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