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Quarta-feira, 22 de Abril de 2026
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OPERAÇÃO CONEXÃO:15 Família do crime tem R$ 1 milhão bloqueado em operação da polícia no Araguaia

Integrantes da mesma família agiam na região do Araguaia onde comandavam o tráfico de drogas e crimes relacionados

Vale do Jauru
Por Vale do Jauru
OPERAÇÃO CONEXÃO:15 Família do crime tem R$ 1 milhão bloqueado em operação da polícia no Araguaia
Pjc-MT
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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Água Boa (730 km a leste de Cuiabá), deflagrou na manhã desta sexta-feira (12), mais uma fase da Operação Conexão 15, para cumprimento de 24 ordens judiciais com alvo na liderança de uma organização criminosa atuante na região do Araguaia.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (NIPO) com base nas investigações da Delegacia de Água Boa  e do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional., sendo cinco mandados de prisão preventiva, além de mandados de busca e apreensão domiciliar, sequestro de bens e bloqueios de contas bancárias de integrantes da organização criminosa.

O cumprimento dos mandados conta com a participação de 50 policiais civis, entre investigadores, escrivães e delegados. 

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A operação mira um grupo específico identificado como a liderança de uma facção criminosa de uma das cidades da região do Araguaia. Os investigados integram um núcleo familiar, que perpetua no poder criminoso, comandando tráfico de drogas na região. 

As investigações iniciaram há mais de um ano, identificado que os suspeitos estão na liderança da organização criminosa desde meados de 2018, sendo representado pelos bloqueios de seis contas bancárias ligadas aos suspeitos, e sequestro de bens na casa de R$ 1 milhão, entre imóveis e veículos. 

Entre os bens sequestrados está um conjunto de quitinetes localizado em Água Boa, pertencente a um dos investigados, avaliado em aproximadamente R$ 750 mil. Além de um investimento do suspeito, o local também serviria de apoio da facção criminosa para atuação em crimes na cidade. 

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Matheus Soares Augusto, os investigados estão no topo da organização criminosa, estando apenas subordinados a um outro membro, ainda não identificado. “Além da prisão dos suspeitos já identificados, a operação tem como foco a coleta de novos elementos e as investigações devem avançar para identificação de outros integrantes do grupo após análise do material apreendido”, disse o delegado.

FONTE/CRÉDITOS: MidiaJUR
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