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Terça-feira, 27 de Outubro 2026
Policial

Organização criminosa é alvo da Operação Intocável da Polícia Federal, deflagrada nesta quarta-feira (2)

Os mandados são cumpridos em Mirassol d'Oeste, Porto Esperidião e Sapezal, sendo 13 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de prisão

Vale do Jauru
Por Vale do Jauru
Organização criminosa é alvo da Operação Intocável da Polícia Federal, deflagrada nesta quarta-feira (2)
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Uma organização criminosa é alvo da Operação Intocável da Polícia Federal, deflagrada nesta quarta-feira (2). A quadrilha é especializada em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso. A PF fez o sequestro de bens como móveis e imóveis, incluindo veículos, aeronaves, bovinos, fazenda e aeronaves.
Os mandados são cumpridos em Mirassol d’Oeste, Porto Esperidião e Sapezal, sendo 13 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de prisão expedidos pela 4ª Vara Criminal de Cáceres.

Os móveis e imóveis, incluindo veículos, aeronaves, bovinos, fazenda e aeronaves pertencentes ao principal investigado da operação estão registrados em nome de terceiros e familiares. Segundo a PF, o principal alvo, “o intocável”, foi preso.

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Segundo o delegado da PF, Marcus Vinícius Zampieri, além de líder da organização o “intocável” era violento e ostentava nas redes sociais armamento de alto calibre.
Durante as investigações foi constatado que os integrantes da organização criminosa apresentavam um padrão financeiro totalmente incompatível com as rendas declaradas ostentando viagens de luxo, veículos de alto padrão.

A operação contou com o apoio do Bope (Batalhão de Operações Especiais) e do Indea (Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso).

As investigações e investidas contra o narcotráfico continuam, com especial atenção à prisão das lideranças e descapitalização de organizações criminosas.

Nome da operação
Nome da operação faz referência ao alvo principal que se uma vez que segundo, acreditava ser intocável, inalcançável, pelas forças de Segurança Pública e se gabava desse fato dizendo que nem a Polícia Federal poderia pegá-lo.

FONTE/CRÉDITOS: Primeira Página

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