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Terça-feira, 03 de Novembro 2026
Policial

Advogados e empresários são alvos de investigação sobre morte de Renato Nery

Office Crime

Vale do Jauru
Por Vale do Jauru
Advogados e empresários são alvos de investigação sobre morte de Renato Nery
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Advogados e empresários são alvos de busca e apreensão da Operação Office Crime deflagrada na manhã desta quinta-feira (28), com intuito de investigar o homicídio do advogado Renato Gomes Nery, ocorrido em julho deste ano.

 

 

 

Os 5 mandados são cumpridos em endereços residenciais e escritório de advocacia dos investigados nas cidades de Cuiabá e Primavera do Leste. Os fatos apurados nas investigações da delegacia especializada apontam a disputa de terra como a motivação para o homicídio de Renato Nery.

 

 

 

As medidas cautelares foram expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais de Cuiabá (Nipo), após representação dos delegados da DHPP responsáveis pela investigação.

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As buscas são um meio de obtenção de provas para apurar a participação dos investigados no crime de homicídio qualificado e organização criminosa contra o advogado. O nome da operação faz referência a um escritório do crime criado para a execução do crime.

 

 

 

Os delegados à frente do inquérito policial, que está sob sigilo, não se manifestarão à imprensa neste momento, para não atrapalhar o andamento das investigações.

 

 

 

Crime e diligências

 

Renato Nery tinha 72 anos quando foi morto em 5 de julho deste ano. Ele chegava a seu escritório, localizado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, uma das principais vias da capital, quando foi atingido por disparos. Ele foi socorrido e submetido a uma cirurgia em um hospital privado de Cuiabá, mas não resistiu e foi a óbito horas após o procedimento médico.

 

 

 

Desde a ocorrência do homicídio, a DHPP realizou inúmeras diligências investigativas, com levantamentos técnicos e periciais, a fim de esclarecer a execução do profissional. No dia 30 de julho, a delegacia especializada cumpriu três mandados de busca e apreensão nas cidades de Guarantã do Norte, Cuiabá e Várzea Grande, com o objetivo de coletar informações que corroboram as investigações.

 

 

 

Em setembro, a DHPP requisitou uma perícia complementar para auxiliar na identificação do executor do crime.  

FONTE/CRÉDITOS: Gazeta digital

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