Vale do Jauru Notícias - Aqui a notícia chega em 1º lugar!

Segunda-feira, 09 de Marco de 2026
SALÃO JAURU
SALÃO JAURU

Justiça

Réu é condenado por matar colegas de quitinete a facadas após briga de bar.

Dívida de R$ 1,5 mil.

Vale do Jauru
Por Vale do Jauru
Réu é condenado por matar colegas de quitinete a facadas após briga de bar.
REPRODUÇÃO.
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O réu Jeferson Rafael Araújo da Silva foi condenado por cometer dois assassinatos. Ele foi submetido a júri popular, nesta quinta-feira (12), na comarca de Primavera do Leste (231 km ao sul de Cuiabá) e sentenciado a 23 anos, dois meses e 22 dias de reclusão, em regime inicial fechado, sem direito de recorrer em liberdade.

O Conselho de Sentença reconheceu os assassinatos cometidos contra Nivaldo Correia e Mariuson Menezes. No caso do primeiro, conforme decisão, ocorreu por motivo fútil e mediante meio cruel, afastando a qualificadora de recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao segundo, o júri afastou as duas qualificadoras e condenou o réu por homicídio simples.

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), os crimes ocorreram em janeiro de 2025, em uma quitinete no bairro Poncho Verde, onde moravam o acusado e as vítimas. As investigações apontam que, naquela noite, Nivaldo Aparecido Neves Correia e Mariuson Oliveira de Menezes estavam em um bar quando Jeferson chegou ao local. Houve uma discussão entre o trio.

Leia Também:

Mais tarde, já na residência, Jeferson teria dado o primeiro golpe de faca contra Nivaldo dentro do quarto. Em seguida, a luta se deslocou para a varanda, onde os dois homicídios foram consumados. Após os crimes, Jeferson fugiu com o carro de Nivaldo. A Polícia Militar o encontrou caminhando pela BR‑070 depois de abandonar o veículo danificado durante a fuga.

Jeferson confessou integralmente os crimes, alegando ter agido em legítima defesa, pois teria sido atacado primeiro. No entanto, as investigações concluíram que a motivação foi uma suposta dívida de R$ 1,5 mil que Nivaldo teria com o acusado.

FONTE/CRÉDITOS: REDAÇÃO.

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!