Vale do Jauru Notícias - Aqui a notícia chega em 1º lugar!

Domingo, 19 de Abril de 2026
SALÃO JAURU
SALÃO JAURU

Policial

Organização criminosa que usava empresas de pescados para sonegar impostos é alvo de operação

Investigação envolveu a atuação da Polícia Civil, Secretaria de Fazenda e 14a Promotoria de Defesa da Ordem Tributária

Vale do Jauru
Por Vale do Jauru
Organização criminosa que usava empresas de pescados para sonegar impostos é alvo de operação
Pjc-MT
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (30), a “Operação Salmonidae” para cumprimento de 135 ordens judiciais contra uma organização criminosa voltada à pratica de sonegação fiscal, falsificação de documentos, uso de selo falso e tráfico de influência e corrupção. A investigação apurou que os suspeitos utilizavam empresa de fachada para comercialização e distribuição de pescada nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

O esquema criminoso, investigado há pouco mais de um ano, demonstrou que a organização vinha, reiteradamente, sonegando impostos e utilizando empresas de fachada, inclusive com a criação de pessoas fictícias, com procurações outorgadas aos responsáveis pelo esquema para a compra de mercadorias nas regiões Sul e Sudeste, que eram revendidas pela beneficiária do esquema criminoso, procurando dar aparência de legalidade à fraude. 

Conforme dados da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso, o grupo investigado movimentou R$ 120 milhões em mercadorias, deixando de recolher aos cofres públicos R$ 20 milhões em impostos. Além disso, a inscrição dos débitos em dívida ativa totaliza mais de R$ 15 milhões, fato que motivou o bloqueio de contas e sequestro de bens.

Leia Também:

A investigação ainda identificou que o grupo era composto por três núcleos: o primeiro administrativo e financeiro; o segundo contábil e o terceiro composto por laranjas/interpostas pessoas proprietárias das empresas de fachada. Além disso, contavam com facilidades para confeccionar procurações em cartório e tentavam cooptar funcionários para dar continuidade ao esquema ardiloso.

As ordens judiciais são cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande, Poconé, Curvelândia e Campo Grande (MS).

FONTE/CRÉDITOS: Hiper Notícias
Comentários:

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!