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Domingo, 19 de Abril de 2026
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OPERAÇÃO ENGRENAGEM: Organização criminosa que planejava roubos dentro de penitenciárias é alvo da polícia

As ordens judiciais contra 12 alvos identificados em investigações da DERFVA foram expedidas pela 2ª Vara Criminal de Várzea Grande.

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Por Vale do Jauru
OPERAÇÃO ENGRENAGEM: Organização criminosa que planejava roubos dentro de penitenciárias é alvo da polícia
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A Polícia Civil em parceria com a Polícia Penal, deflagrou a ‘Operação Engrenagem’ para cumprimento de nove mandados de busca e apreensão contra uma organização criminosa voltada para crimes de roubo majorado, extorsão e lavagem de dinheiro. Na operação são cumpridos mandados contra três alvos na Penitenciária Central do Estado (PCE), dois alvos no Complexo Penitenciário Ahmenon Lemos Dantas, um em Santo Antônio do Leverger, dois em Várzea Grande e quatro em Cuiabá.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Maurício Maciel Pereira Júnior, com a deflagração da operação, objetiva-se desarticular o grupo, obtendo importantes elementos de informação e de prova sobre os crimes praticados e sobre a identidade de outros membros. “Essas medidas são fundamentais para o êxito das investigações e para cessação das atividades criminosas”, explicou o delegado. 

As ordens judiciais contra 12 alvos identificados em investigações da DERFVA foram expedidas pela 2ª Vara Criminal de Várzea Grande. 

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Investigações

As investigações que chegaram ao grupo criminoso tiveram início para apurar o roubo de uma caminhonete, ocorrido em Várzea Grande, em que as vítimas foram mantidas reféns por horas, sendo obrigadas a realizar transferências bancárias e saques em caixas eletrônicos. 

Durante as investigações, foram reunidos indícios suficientes acerca da existência e atuação de um grupo criminoso voltado à prática de roubos de veículo automotores e extorsões, sendo constatada a atuação de suspeitos de dentro do sistema prisional, os quais utilizavam aparelhos celulares ilegais e exerciam papel de proeminência no grupo.

Foram identificados, integrantes do grupo que mesmo presos organizavam os crimes, obtinha as contas bancárias para recebimento das transferências que as vítimas eram obrigadas a fazer, além de se comunicar e comandar os executores do roubo e extorsão durante a ação.  

FONTE/CRÉDITOS: Hiper notícias
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