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Terça-feira, 21 de Abril de 2026
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Na PCE, autor de chacina fica em cela de segurança máxima e separado

Ele ficará separado de outros presos.

Vale do Jauru
Por Vale do Jauru
Na PCE, autor de chacina fica em cela de segurança máxima e separado
Redação
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Autor da chacina que vitimou 7 pessoas em Sinop, entre elas uma menina de 12 anos, Edgar Ricardo de Oliveira já está na Penitenciária Central do Estado (PCE). No maior presídio de Mato Grosso, Edgar foi transferido para uma cela de segurança máxima, no raio 8. Ele ficará separado de outros presos.

Na quinta-feira (23) a juíza da 1ª Vara Criminal da Comarca de Sinop, Rosangela Zacarkim dos Santos, manteve a prisão temporária (30 dias) de Edgar. Na ocasião determinou que em decorrência da complexidade do caso e comoção social ele ficará preso na PCE em Cuiabá. A transferência foi concluída nesta sexta-feira (24).

"A Secretaria de Estado de Segurança Pública, por meio da Secretaria-adjunto de Administração Penitenciária, informa que, conforme determinação judicial, o preso em questão foi transferido e deu entrada na Penitenciária Central do Estado-PCE, em Cuiabá", destacou a Sesp.

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Edgar Ricardo de Oliveira estava com a prisão decretada pela 1ª Vara Criminal de Sinop após a Polícia Civil identificá-lo como um dos autores dos homicídios. Ele foi preso em uma residência no bairro Jardim Califórnia e encaminhado à Delegacia de Sinop. De lá, após a decisão judicial, foi transferido para Cuiabá.

Ele o comparsa Ezequias Sousa Ribeiro mataram sete pessoas em um bar da cidade após perderem uma aposta em jogo de sinuca. Ezequias morreu na tarde de quarta-feira (22), em confronto com policiais do Batalhão de Operações Especiais. Ele chegou a ser encaminhado ao hospital regional de Sinop, mas não resistiu aos ferimentos.

A Polícia civil deve concluir o inquérito e repassar ao MP para ofertar a denúncia. Após o período de 30 dias a magistrada fará nova análise do caso, com base nos pedidos das autoridades. Durante o interrogatório o acusado respondeu apenas as perguntas qualificatórias (nome, moradia, ocupação...), mantendo-se em silêncio durante a custódia.

FONTE/CRÉDITOS: Única news
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