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Sabado, 18 de Abril de 2026
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Justiça condena a 5 anos de prisão advogado 'ostentação' por estelionato

O advogado foi condenado em três casos, pelo crime de tráfico de influência e estelionato

Vale do Jauru
Por Vale do Jauru
Justiça condena a 5 anos de prisão advogado 'ostentação' por estelionato
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O advogado Marcus Vinicius Borges foi condenado a 5 anos de reclusão e multa, pela 4ª Vara de Sinop, pelos crimes de estelionato e tráfico de influência. A decisão é dessa terça-feira (23). A defesa diz que vai recorrer da decisão.

O Ministério Público denunciou o advogado pela prática de estelionatos contra diversos clientes. Em uma das ocasiões, uma testemunha diz que Marcus pediu a moto no valor de R$ 20 mil como garantia e que o cliente precisaria pagar pelo suborno de policiais, em 2017.

Uma outra vítima teria sido presa por suspeita de estar alcoolizado por se envolver num acidente. O advogado apareceu na sede de polícia e disse que iria fazer sua defesa, mesmo sem ter solicitado o serviço. Mesmo assim, ele teria entrado em contato com a esposa e pegou R$ 2 mil e cobrou mais R$ 7 mil pelos serviços.

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Marcus ficou conhecido nacionalmente como “advogado ostentação” por se exibir nas redes sociais com carros de luxo e uma vida de alto padrão. A OAB suspendeu o registro dele por conta dos conteúdos publicados em suas redes sociais.

O advogado foi condenado em três casos, pelo crime de tráfico de influência e estelionato. A soma das penas imposta ao acusado chega ao total de 5 anos, 5 meses e 10 dias de reclusão de pagamento de 200 dias-multa. A decisão é assinada pelo juiz Walter Tomaz da Costa.

O que diz o advogado
Ao Primeira Página, o Marcus Vinicius Borges disse que não teve acesso a decisão e que estranha o vazamento do documento, já que o caso é sigiloso. Ele ainda diz que apenas cobrou pelos serviços prestados e informou que vai recorrer da decisão.

 

“Pedirei autorização judicial para trazer parte da audiência onde a suposta vítima informa que foi “buscado” em sua residência sem saber para o que era e que assinou o documento que o delegado deu sem ler. Delegado este que eu já denunciei em outras oportunidades e que por diversas audiências de custódia informei que não segue conforme o CPP ordena não cumprindo seus horários de plantão na delegacia, fato sempre ignorado e jamais investigado pela promotora”, argumenta.

FONTE/CRÉDITOS: Primeira Página
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