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Terça-feira, 21 de Abril de 2026
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Fatalidade

Feminicídio: 36 filhos perderam as mães no 1º semestre em Mato Grosso; Os dados são alarmantes.

Seis dos casos de feminicídios foram de mulheres assassinadas na frente de seus filhos, nos seis primeiros meses deste ano

Vale do Jauru
Por Vale do Jauru
Feminicídio: 36 filhos perderam as mães no 1º semestre em Mato Grosso; Os dados são alarmantes.
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Por terem tido suas mães assassinadas por homens, 36 crianças e adolescentes ficaram sem a figura materna em suas vidas no primeiro semestre de 2023 em Mato Grosso.

Entre os casos de feminicídio registrados pela Polícia Civil, seis ocorreram com as mulheres sendo assassinadas na frente de seus filhos.
Vítimas do feminicídio em MT
Entre as crianças e adolescentes que perderam suas mães, 15 delas eram filhas biológicas das vítimas com os autores do feminicídio.

Outro ponto analisado pelo estudo  é o fato de que seis das 18 vítimas foram mortas por um homem na frente de seus filhos.
Uma delas foi Emilly Bispo da Cruz, de 20 anos, que foi , que não aceitava o fim do relacionamento, na frente do filho de apenas 4 anos, no dia 16 de março de 2023.

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Ela foi atingida por pelo menos 10 facadas nas regiões do tórax, abdômen e braço. O autor do crime foi identificado como Antônio Aluízio da Conceição Marciano, também de 20 anos. Ele foi preso horas após o assassinato.
Já em , a 503 km de Cuiabá, Maria Helena Pereira dos Santos Resende, de 47 anos, foi esfaqueada no abdome pelo ex-namorado após se recusar a sair de uma festa para ir embora com ele.
Dentre as crianças que perderam suas mães para o feminicídio, está uma de 4 anos de idade, que perdeu sua mãe, Lorrayne Batista de Carvalho, morta a facadas pelo companheiro, de 19 anos.

O caso foi no dia 2 de fevereiro deste ano, em uma quitinete onde o casal morava com a criança, em Mirassol d’Oeste, a 329 km da Capital.

Segundo a polícia, o autor do crime já possuía histórico de violência contra a vítima e teria planejado o homicídio.
Não se calar!
Além de realizar um levantamento sobre os casos de feminicídio no Estado, o material da Polícia Civil também levanta um lembrete e alerta, para que as vítimas não se calem diante de situações de violência e abuso, seja físico o psicológico.

Uma das alternativas, nesses casos, é buscar ajuda em órgãos estaduais.
Apenas nos seis primeiros meses deste ano, mais de 8 mil medidas protetivas foram concedidas pela Polícia Civil, em tentativas de impedir que os agressores se aproximassem das vítimas.
Outra forma de tentativa de proteção e denúncia, é através do , uma ferramenta digital disponibilizada para possíveis vítimas, que conta com um botão do pânico que pode ser acionado por mulheres e auxiliá-las, de forma mais rápida, em casos de violência doméstica.
Entre janeiro e junho deste ano, o botão do pânico foi acionado 256 vezes por vítimas nas cidades de Cuiabá, Rondonópolis, Várzea Grande e Cáceres, a 220 km da Capital.

Vale lembrar que as vítimas podem solicitar medidas protetivas de urgência, de forma online, sem necessidade de irem até uma delegacia, através do Site da polícia

FONTE/CRÉDITOS: Primeira Página
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