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Terça-feira, 22 de Setembro 2026
Policial

Agressor é preso por torturar grávida de 4 meses; 'Quando você sair daí, vou arrebentar sua cara'.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA.

Vale do Jauru
Por Vale do Jauru
Agressor é preso por torturar grávida de 4 meses; 'Quando você sair daí, vou arrebentar sua cara'.
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Uma grávida de quatro meses, de 24 anos, denunciou o companheiro, de 23, após ser agredida e ameaçada dentro de casa na tarde de segunda-feira (21), em Ipiranga do Norte (465 km de Cuiabá). Segundo o relato, ela levou quatro socos, dois nas costelas e outros dois na região da nuca.

Conforme o registro da Polícia Militar, o homem teria pegado o celular da companheira e encontrado algo de que não gostou. Em seguida, passou a ofendê-la com palavras de baixo calão.

Enquanto a mulher preparava a refeição na pia, o companheiro teria se aproximado por trás e dado dois socos em suas costelas. Com medo, ela se escondeu no banheiro, mas o homem continuou a ofendê-la do lado de fora. Na ocasião, teria ameaçado: “Quando você sair daí, vou arrebentar sua cara”.

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Ainda segundo a vítima, o companheiro exigiu que ela deixasse a residência e afirmou que teria três minutos para sair, caso contrário, arrombaria a porta do banheiro.

Depois que saiu do banheiro e começou a se vestir, a mulher teria sido novamente agredida com dois socos, desta vez na altura da nuca. Ela então pediu ajuda à mãe e ao avô do companheiro.

O avô permaneceu ao lado da vítima enquanto ela se arrumava para deixar a residência. Segundo o relato, o homem continuava dizendo que ela deveria sair do imóvel e que, se não saísse, “a coisa ia ficar feia”.

A Polícia Militar foi acionada e foi até a residência, localizada na Rua dos Cajus, por volta das 16h25. O homem foi localizado e conduzido ao Núcleo da PM.

Na sequência, ele foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil de Sorriso para as demais providências. No local, os policiais informaram que não foram constatadas lesões aparentes na vítima ou no suspeito. Ambos recusaram atendimento médico.

A mulher informou ainda que está grávida de quatro meses e manifestou interesse na concessão de medidas protetivas de urgência.

O caso foi registrado como tortura.

FONTE/CRÉDITOS: REDAÇÃO.

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